Dou por mim, por vezes, por várias vezes, por muitas vezes, num fechar de olhos, a abrir uma porta... Uma porta castanha. A entrada para um mundo onde, para mim, tudo é possível. Tudo aquilo que sonho acordada, realiza-se. Abro a porta, com algum receio mas muita curiosidade. O que vai acontecer hoje? O sonho toma conta. E eu simplesmente, deixo-me levar. Entrando naquela porta castanha, sem nunca saber exactamente o que está do outro lado. Sei somente que é o sítio onde me sinto bem. Onde me sinto EU. Porque é um mundo só meu, onde poucas pessoas, às vezes uma ou duas, outras vezes mais, mas pessoas lindas e puras, estão lá. Em harmonia e paz. É um mundo livre, leve e fácil. É um mundo verde, azul e amarelo. É um parque. É o meu parque secreto. É o parque dentro de mim.
domingo, 13 de abril de 2008
O meu mundo.
Dou por mim, por vezes, por várias vezes, por muitas vezes, num fechar de olhos, a abrir uma porta... Uma porta castanha. A entrada para um mundo onde, para mim, tudo é possível. Tudo aquilo que sonho acordada, realiza-se. Abro a porta, com algum receio mas muita curiosidade. O que vai acontecer hoje? O sonho toma conta. E eu simplesmente, deixo-me levar. Entrando naquela porta castanha, sem nunca saber exactamente o que está do outro lado. Sei somente que é o sítio onde me sinto bem. Onde me sinto EU. Porque é um mundo só meu, onde poucas pessoas, às vezes uma ou duas, outras vezes mais, mas pessoas lindas e puras, estão lá. Em harmonia e paz. É um mundo livre, leve e fácil. É um mundo verde, azul e amarelo. É um parque. É o meu parque secreto. É o parque dentro de mim.
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