quarta-feira, 23 de abril de 2008

So... What's the use (WOW BAM) of falling in love?


the sky caves in the devil cuts loose you blow blow blow blow blow your fuse when you've fallen in love

ssshhhhh...

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Amizade.


A amizade é como uma fotografia desfocada...


Por vezes uma névoa aproxima-se e afasta a nitidez das relações e das pessoas... Mas por mais densa que seja essa névoa, notam-se sempre os sorrisos que temos para partilhar e o sentimento bom que existe... Por isso, agradeço ao universo por ter cruzado os nossos caminhos e digo-vos no sentido mais puro que existe em mim: obrigada por fazerem parte desta minha caminhada... a amizade é um tesouro precioso * adoro-vos!

Um beijo a todas as meninas e a todos os meninos que fazem parte da fotografia da minha vida...


* Texto escrito no dia 21 de Março *

Danica.

Somewhere
over
the
rainbow,
blue
birds
fly.
And
the
dreams
that
you
dream
of,
dreams
really
do
come
true.


InconditionaLove.

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Juno.



Um filme, no mínimo, interessantíssimo. Com uma banda sonora, simplesmente fantástica e completamente viciante.

:: Michael Cera e Ellen Page - Anyone Else But You ::



quinta-feira, 17 de abril de 2008

Uma história.

Era uma vez, uma menina. Alice, era o seu nome. De uma aldeia pequena e acolhedora que se chamava “Can Tiño”. Ela transbordava alegria, em cada movimento que fazia. Quando sorria, quando falava, quando cantava, quando dançava, quando suspirava, quando tocava, quando beijava, quando amava. Era uma menina doce, que baloiçava os seus cabelos longos e claros pelas ruas. Encantava todos à medida que passava. O seu sonho era descobrir um novo mundo, novos olhares para encantar, novos amores. Como os seus pais sempre lhe contavam nas histórias de príncipes e princesas. Um dia, de uma terra distante, apareceu alguém. Um menino. Um tocador de flauta de calções azuis. Apaixonou-se por Alice, no primeiro olhar. Tornaram-se amigos e com o passar do tempo, tornaram-se muito mais. Passeavam. Davam as mãos. Um beijo escondido. Ouviam a música dos passarinhos. Tentavam descobrir o segredo das estrelas. Alice adormecia ao som contagiante da flauta do menino. Uma entrega total, mutuamente natural. Apaixonaram-se e estavam nas nuvens. Até que um dia inesperado, aconteceu o pior. A menina partiu, deixando um bilhete. Havia sido prometida. Prometida a algo que era tudo, menos aquele menino, aquela aldeia. Havia sido prometida ao sonho de criança. Ao novo mundo. O menino, ficou profundamente desolado. Sozinho. Solitário. Só. Foi para o jardim onde costumavam ir, acompanhado só pela flauta. Sentou-se e começou a tocar, à espera. Tocou. Esperou. Porque sentia que um dia, ela iria voltar. Um dia, iria querer voltar sentir o seu olhar, que superava todos os outros. Ouvir o som da sua flauta mágica. Beijá-lo. O menino esperou e tocou e esperou e tocou e esperou.



Uma história, simplesmente.

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Para ti, Raquel.

"O valor das coisas não está no tempo em que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis"


Fernando Pessoa


Hoje, consigo perceber perfeitamente este poema. Dantes, não conseguia perceber como que a intensidade superava o tempo. Hoje, sim. Porque simplesmente, aconteceu. Existiram momentos inesquecíveis, bons e maus, muitas coisas inexplicáveis, como a que acontece agora, e... pessoas incomparáveis, como tu, eu e ela, num espaço de tempo tão mais curto do que aquilo que imaginava.


As pessoas encontram-se e desencontram-se. Encontramo-nos um dia (Felizmente). Desencontramo-nos no outro, apesar de estarmos tão perto uma da outra. A distância de uma porta ao lado.
Aconteceu (Infelizmente).

Concordo contigo. Vamos aproveitar o ovo que se partiu e transformá-lo noutra coisa. Num bolo bonito ou mesmo numa daquelas tuas omoletes fantásticas.


Quero que encontres a paz que encontrei, no meio desta confusão toda, e muito mais. Quero que sejas feliz por e para ti. A única coisa que não quero é que deixes totalmente de fazer parte do meu caminho, da minha caminhada pela vida. Nem eu da tua.


Adoro os nossos momentos, nunca serão esquecidos. Gosto muito de ti, mana.




segunda-feira, 14 de abril de 2008

B.H.

With so many people to love in my life, why do i worry about one?
Ben Harper


domingo, 13 de abril de 2008

In a manner of speaking.


É tão bom quando ouvimos aquela música que nos vicia completamente. E vicia aqueles que partilham da mesma banda sonora, durante uma tarde, uma noite ou um dia inteiro.
Nouvelle Vague tem sido, sem dúvida nenhuma, a nossa banda sonora deste fim-de-semana. Exclusivamente, esta música. IN A MANNER OF SPEAKING, não é mesmo AeroZeppelin? *


"Oh, give me the words
Give me the words
That tell me nothing
Oh, give me the words
Give me the words
That tell me everything
...
In a manner of speaking"



O meu mundo.

Dou por mim, por vezes, por várias vezes, por muitas vezes, num fechar de olhos, a abrir uma porta... Uma porta castanha. A entrada para um mundo onde, para mim, tudo é possível. Tudo aquilo que sonho acordada, realiza-se. Abro a porta, com algum receio mas muita curiosidade. O que vai acontecer hoje? O sonho toma conta. E eu simplesmente, deixo-me levar. Entrando naquela porta castanha, sem nunca saber exactamente o que está do outro lado. Sei somente que é o sítio onde me sinto bem. Onde me sinto EU. Porque é um mundo só meu, onde poucas pessoas, às vezes uma ou duas, outras vezes mais, mas pessoas lindas e puras, estão lá. Em harmonia e paz. É um mundo livre, leve e fácil. É um mundo verde, azul e amarelo. É um parque. É o meu parque secreto. É o parque dentro de mim.

sábado, 12 de abril de 2008

Tu...





...estás distraída.




sexta-feira, 11 de abril de 2008

Patrick Watson... Shiuu...




À procura da fuga perfeita.




A primeira vez que.

Olá. Apresento-me, finalmente, ao fantástico mundo do blog. Senti-me preparada, hoje. Acho que é preciso haver algum tipo de preparação, física e, principalmente, emocional. Uma vez que aqui vou abrir-me, libertar-me e gritar, através de palavras silenciosas, aquilo que sou, sinto e sonho.

É parque, porque no parque sinto-me livre, leve e fácil.