terça-feira, 30 de dezembro de 2008
olá parque.
olá parque.
que saudades tuas.
estar longe de ti fez-me mal, sabes.
perdi-me.
distraí-me.
distraí-me de ti, distrai-me de mim.
distraí-me das estrelas, das minhas estrelas.
aquelas que vão sempre estar lá, no céu.
no meu céu.
a brilhar.
a brilhar.
e a brilhar.
foi uma caminhada longa.
e pelo caminho perdi algumas.
perdi estrelas que deixaram de brilhar.
estrelas que outrora eram lindas.
e hoje são pedaços sem brilho, sem significado.
as que sobraram, brilham mais do que nunca.
nunca o meu céu foi tão luminoso.
é iluminado pelo amor.
o amor que dou e o amor que recebo.
o nosso amor.
não existe cobranças neste nosso amor.
o meu e o das minhas estrelas.
somos iguais, somos todos iguais.
à medida que vou caminhando.
e vou voltando para ti, meu parque secreto.
caem sobre mim certezas.
certezas que acabam com esta insegurança que se apoderou de mim.
insegurança sobre aquilo que sou.
insegurança que me fez desistir.
desistir de coisas, de pessoas, de sentimentos.
quando não o deveria ter feito.
quando ele dizia-me para não o fazer.
e eu não tive coragem.
rendi-me ao medo.
perdi-me.
mas a vontade de (re)encontrar é enorme.
a vontade de ver aquela menina no parque com a sua manta azul e a música como companhia, é maior que tudo.
aquela menina, que bonita.
são poucos os que a conhecem.
essas são as minhas estrelas.
quero voltar a ser-me.
quero voltar a sentir-me.
quero-me.
estrelas.
as que perdi sem o querer, foi difícil.
porque tantos momentos bons são agora apenas memórias.
a única que não queria que fizesse parte do meu céu.
porque não merecia ali estar.
não só perdeu o brilho, como deixou de existir.
arranquei-a do meu céu.
só não o consegui fazer antes de me fazer mal demais.
mas já passou.
já não existe.
e agora o meu céu brilha, brilha e brilha.
com estrelas magicamente bonitas, lindas, fantásticas.
tenho algumas constelações especiais.
uma delas do meio do mar.
outra do parque.
e outra (a minha ursa menor) que acompanha todos os dias.
que me dá a mão todos os dias.
que me faz sorrir todos os dias.
que me ama.
e a quem eu amo.
a minha estRela mais bonita.
foi uma caminha longa, repito.
mas agora sei, aprendi.
agora não estou a olhar nem para o lado direito e muito menos para o lado esquerdo, mas para cima.
estou a olhar para o meu céu repleto de coisas bonitas.
paz, harmonia, magia da vida.
é isso que eu quero.
é isso que eu sou.
as minhas palavras são o que digo e o que faço.
e as minhas acções são o que faço e o que digo.
não digo coisas bonitas e contrario-as com as minhas acções.
não há hipocrisia maior.
digo as coisas conforme elas o são.
encontrei-me.
e vou-me encontrando cada vez mais.
pouco a pouco.
e fico à espera do sol.
fico à espera que a chuva passe.
para poder completar-me em ti, meu amigo.
um até já, parque.
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Always smile, like you do.

Sabem aquele sentimento que temos. Aquele sentimento fantástico, por simplesmente ter alguém tão lindo presente no nosso caminho, na nossa vida. Alguém que está sempre lá quando é preciso... Para falar, para ouvir, para ajudar, para melhorar, para cantar, para chorar, para sorrir... Principalmente para nos fazer sorrir. Sem cobranças, nunca. Alguém com um verdadeiro coração do tamanho do mundo... Alguém com uma essência completamente autêntica?
Falo-vos da minha menina... Da minha sistafariiii. Da minha mana. Da minha amiga. Da Bia. (ou como lhe chamamos para a chatear e ver fazer beicinho, Fabiana Patrícia!) .
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
Esquadros (que música viciante!)
Passeio pelo escuro
Eu ando pelo mundo
Pela janela do quarto
Eu ando pelo mundo
Pela janela do quarto
Eu ando pelo mundo
Pela janela do quarto
Eu ando pelo mundo
Pela janela do quarto
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Esta é para ti, Artur.
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
Recortes (HAHA) que óptimos!
Encontrei uns recortes que já têm algum tempo... Mas fazem parte da melhor fase da minha vida em Vila Real, que foi basicamente o último semestre... Estavam "escondidos" num outro blog... Mas acho que merecem estar aqui... Aliás, devem de estar aqui... no meu parque secreto.
"
Hoje.
9/Fev/2008 21:04
Há uns dias atrás escrevi aqui vários pensamentos aleatórios. Apaguei-os. Eram palavras carregadas de dor, revolta, medo de perda. Explusei-as. Hoje, estou bem. Sentada no chão da minha sala. A levitar. Na televisão, uma comédia. Na minha cabeça, um turbilhão de pensamentos. Nos meus dedos, uma vontade de escrever. No meu coração, uma vontade de crescer. Crescer em todos os sentidos. Cresci imenso nesta última e presente fase da minha vida. E quero continuar a fazê-lo. Todos os dias descubro coisas sobre mim. Descubro-me. Estou a descobrir-me, que bom. Que sensação boa. Mas não o faço sozinha. Descobrimos muito sobre nós com as pessoas que nos rodeiam. Pessoas que gostamos. Pessoas que gostam de nós. Incondicionalmente. Pessoas que nos fazem bem. Pessoas com que nos identificamos em todos os aspectos. Pessoas lindas. Sinto que é um milagre. Quando as encontramos nesta nossa caminhada pela vida. E apartir daí, elas acompanham-nos. Seguindo o mesmo caminho. As mesmas pisadas. Partilhando tudo. É tão bom partilhar. É ainda melhor quando o fazemos inconscientemente. Seja um chocolate ou um sorriso. Eu grito ao mundo: Partilhem! O meu maior medo é não ter ninguém com que partilhar. Não ter aquela pessoa do meu lado esquerdo. Aquela pessoa. Mas tenho, sempre. E sempre do lado esquerdo. Porque o amor ultrapassa qualquer presença física. E eu agora grito: Celebrem o amor! Amem! Aí encontram a felicidade eterna. Com o amor e com todas as formas de amar. Uma verdadeira levitação.
Um pensamento aleatório carregado de palavras puras, sinceras e de amor.
Parque...
2/Mar/2008 0:55
É impressionante como algo pode passar a ser essencial na tua vida... Seja uma caminhada a ouvir um bom som... Uma tarde no parque... Um som das "mini-colunas portáteis" (haha)... Pessoas a encontrarem-se... Pessoas a conhecerem-se... Pessoas a partilharem algo... E um cartão que diz: Livre, Leveza e Fácil... Essas palavras são inaladas com vontade... Vontade de descobrir a sensação outrora sentida ou pela primeira vez experimentada... O som continua... E o sol põe-se... Os pássaros despedem-se... E nós, continuamos... Indiferentes ao frio... Simplesmente inalando palavras bonitas...
Adoro essas três palavras...
Cinzento (...) Como sou (...) É
11/Mar/2008 13:06
Os dias escureceram, as nuvens pesadas amontoaram-se e taparam o sol, choram todos os dias... a minha rotina foi quebrada... as minhas tardes no parque foram arrancadas do meu dia-a-dia... eu que desde à muito ansiava por uma rotina... roubaram-na de mim... detesto estar sempre com um tecto por cima de mim... sinto-me presa... e agora, cada vez mais... o cinzento deprime-me...
(... entretanto, outros pensamentos)
As pessoas não me conhecem... amigos, colegas, conhecidos e até mesmo e principalmente muitos familiares... apesar disso, alguns gostam de mim, outros nem por isso, outros são indiferentes... o erro não é deles... é meu... não me dou a conhecer a muitos... a quem me dou, adoram-me... e eu os adoro a eles... são muito poucos, raros... o mal está em dar partes de mim e não totalidade(s)...partes boas, partes menos boas, partes más, partes excelentes, partes desinteressantes, partes... e daí são tiradas inúmeras conclusões... quero dar-me na totalidade a tudo e a todos... em qualquer tipo de relação, em qualquer tipo de situação... mas isso já é sonhar alto... querer que me conheçam como sou...
Estou bem? não sei... estou a mudar todos os dias... é bom? é mau? não sei... é...
> eu
13/Mar/2008 2:56
Eu
vivo
todos
os
dias
na
esperança
que
algo
aconteça
...
Rosa, Rodrigo Leão
17/Mar/2008 14:11
"Hoje o céu está mais azul,
Eu sinto...
Fecho os olhos
Mesmo assim, eu sinto...
O meu corpo estremeceu
Não consigo adormecer
Nem o tempo vai chegar
Para dizer o quanto eu sinto
Você longe de mim.
É uma espécie de dor...
Hoje o céu está mais azul,
Eu sinto...
Olho à volta
E mesmo assim, eu sinto
Que este amor vai acabar
E a saudade vai voltar...
Nem o tempo vai chegar
Para dizer o quanto eu sinto
Você longe de mim.
É uma espécie de dor...
Já não sei o que esperar
Dessa vida fugidia...
Não sei como explicar
Mas é mesmo assim, o amor."
O céu está realmente mais azul, o meu corpo realmente estremeceu e eu realmente não consigo dormir... A distância existe e uma espécie de dor permanece... Mas o amor não vai acabar, simplesmente vai mudar...Já mudou... Não é tão forte, tão inquebrável... E a saudade às vezes volta outras vezes não... Estou bem quando ela não vem... Mas o amor continua a existir, porque ele é mesmo assim... E eu já sei o que esperar da minha vida... Das minhas escolhas... Daquilo que escolho sentir.
{Levitação/Devaneio}
28/Mar/2008 1:27
A ouvir Patrick Watson nos meus fones brancos. Que levitação a melodia da sua música. O sol brilha. Que mundo perfeito o meu. Observo as pessoas na rua, num silêncio, onde a música apodera-se de tudo o que me rodeia. As pessoas passam dum lado para o outro, com um destino, o seu destino. Mas eu capto-as ali, naquele momento. No meu momento com elas. Observo-as. Tento descobrir o que lhes vai dentro. Imagino o que são e o que não são. Quando elas próprias não o sabem, ou simplesmente, não o aceitam. Há todo o diverso tipo de pessoas. Mas tudo resume-se a dois deles. Aquelas que têm um sentido puro para a vida e lutam pela sua pureza e obtêm felicidade plena, sem grandes dificuldades e exigências. Outras, com um sentido mau, que tentam alcança-la de qualquer forma, desobedecendo todas as forças da natureza, da vida, do universo. E nunca o conseguem, porque estão sobrecarregadas de impureza. Quero afastar-me dessas pessoas. Exclui-las. E atrair o amor puro para mim. O mundo assim, seria perfeito. O meu mundo, o nosso mundo. Amarmo-nos uns aos outros sem cobranças. Simplesmente, amar. E viver amando. Amar as pessoas. Eu amo pessoas. E adoro descobrir a sua essência. Continuo a ouvir Patrick Watson. A minha companhia neste devaneio. Onde só ele e eu me compreendo. E partilhamos uma levitação.
"
Pff ... É tão bom recordar sensações através de palavras que foram escritas no momento certo. Renasci ao ler estas minhas palavras soltas. Fazem-me sentir ainda mais saudades. Do meu parque, do nosso parque, de vocês.
domingo, 10 de agosto de 2008
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
Obrigada, Cássia.
Absolutamente fantástica !
terça-feira, 5 de agosto de 2008
Shhh... Just listen.
Every soul comes to the sun
Carried on angel’s wings to human birth
Born of love or born of hate
Each one is heaven sent to human fate
Dream
Little girl, dream
Dream
Little boy, dream
Dream
In joy and pain each one will grow
For wisdom is so much more than what we know
And every child will find their way
Of living the whole life story day by day
Dream
Little girl, dream
Dream
Little boy, dream
Dream
Dream my little boy, dream.
domingo, 3 de agosto de 2008
PUM... despacha-te!!!
(ai aquele primeiro momento)
"O" momento.
Um dos tantos nossos.
Aquele em que um turbilhão de emoções, sensações, sentimentos (!!!) se apodera de nós. Inchando como uma bola de pastilha elástica...
(inchando, inchando, inchando)
...prestes a explodir.
(PUUUUUM!)
(aaahh sim! sim! SIM! É mesmo esse o momento. O momento do "PUM" !)
Inchando de emoções, inchando de sensações, inchando de sentimentos INACREDITAVELMENTE BONS!
(Pff...)
A bola incha cada vez mais...
(são os meus olhos ansiosos de ti...)
(são os meus lábios ansiosos de ti...)
(é o meu coração ansioso de ti...)
(é o meu corpo ansioso de ti...)
(sou eu ansiosa de ti.)
e... PUM!
(é o momento que te vejo...)
(é o momento que te beijo...)
(é o momento que te sinto de perto...)
(é o momento que te toco...)
(é o momento que te abraço...)
(é o momento que me entrego a ti...)
Neste instante, a bola está a inchar.
(e eu estou a sentir mais e mais)
Ansiosa pelo PUM.
(ansiossíssima!)
terça-feira, 29 de julho de 2008
segunda-feira, 28 de julho de 2008
a borboleta.
a lagarta feia de desengonçada, farta de si e dos olhares ocultos, isolou-se... procurou uma árvore bonita, a sua árvore... trepou-a e encontrou o seu cantinho... fechou-se no seu casulo... esperou, esperou e esperou... ficou muito tempo sozinha, não deixou entrar ninguém... apesar de muitas vezes seres bonitos e de bom coração lhe baterem no casulo duro e inquebrável, dizendo-lhe: és linda! és linda! (ela n acreditava)... numa análise profunda a si própria, tentava descobrir o que estava mal com ela... pensou, pensou e pensou... até que chegou ao dia em que já não havia dúvidas nenhumas... ela agora gostava de si, era isso que faltava - amor próprio. e era tão bonita aquela lagarta... o sol aquecia toda a vida cá fora e reparou naquele casulo estático à demasiado tempo... com os seus poderosos raios de sol, quebrou o casulo... fez a sua primeira racha, não resistiu... a lagarta, assustada, sabia que estava na hora... e deixou-se levar... fez força e quebrou o casulo. libertou-se... o sol esperava-a atenciosamente cá fora... as suas coloridas asas fascinaram-no... e ela sorria, feliz... era livre e bonita! agora sentia que sim... no primeiro momento em que sentiu os raios de sol a baterem nas suas asas, apaixonou-se... apaixonaram-se... e ela nunca se sentiu tão bem em toda a sua vida... o amor, agora, fazia parte de si, em todos os aspectos possíveis e imaginários... ela amava-se e estava a amar...
sábado, 26 de julho de 2008
A porcelain doll.
quinta-feira, 24 de julho de 2008
domingo, 29 de junho de 2008
sexta-feira, 27 de junho de 2008
MTV - One of your favourites.
quinta-feira, 12 de junho de 2008
Ela gosta de...
Ela gosta de mãos de bom toque.
Ela gosta de usar sandálias.
Ela gosta do abraço de amigo.
Ela gosta de notas de 5 euros.
Ela gosta de descobrir uma melodia deliciosa.
Ela gosta de sentir.
Ela gosta de se sentir.
Ela gosta de pisar folhas secas.
Ela gosta da maresia.
Ela gosta arrepiar (-se/-te).
Ela gosta de falar com o sol.
Ela gosta de se rir.
Ela gosta de fazer rir.
Ela gosta de dar as mãos.
Ela gosta de sentir o toque.
Ela gosta de tocar.
Ela gosta de viajar.
Ela gosta de falar com a Alice.
Ela gosta de ler um bom livro, que a faz sorrir.
Ela gosta de sorrir.
Ela gosta da energia, da boa energia.
Ela gosta de planear.
Ela gosta de ajudar.
Ela gosta da empatia imediata.
Ela gosta do amor a longo prazo.
Ela gosta de descobrir.
Ela gosta de se descobrir.
Ela gosta de voar.
Ela gosta de imaginar.
Ela gosta de estar em paz.
Ela gosta dele.
Ela gosta de escrever.
Ela gosta de novos começos.
Ela gosta do olhar transparente e intrigante dela (teu).
Ela gosta de mudar.
Ela gosta de vibrar, física e mentalmente.
Ela gosta de os fazer sentir bem.
Ela gosta de oferecer prendas simbólicas.
Ela gosta de conhecer.
Ela gosta de re-descobrir.
Ela gosta de all-stars.
Ela gosta de guardar objectos como recordações.
Ela gosta de música.
Ela gosta muito de música.
Ela gosta de caminhar com a música do lado.
Ela gosta de criar.
Ela gosta de levitar.
Ela gosta de ouvir o murmúrio ao acordar.
Ela gosta de ver um bom filme num sábado à tarde.
Ela gosta do parque.
Ela gosta do livre, do leve e do fácil.
Ela gosta do MacDonalds, e assume.
Ela gosta de um mergulho fresco.
Ela gosta de fumar.
Ela gosta de sorrisos.
Ela gosta de pessoas diferentes.
Ela gosta de rastas.
Ela gosta de concretizar sonhos.
Ela gosta de manga.
Ela gosta de gritar em silêncio.
Ela gosta de beijos.
Ela gosta de beijar.
Ela gosta dela.
Ela gosta de pipocas.
Ela gosta de ser amada.
Ela gosta de amar.
Ela gosta de crianças.
Ela gosta de inocência.
Ela gosta de doces.
Ela gosta de se identificar.
Ela gosta do verde, do azul e do amarelo.
Ela gosta de ler pessoas.
Ela gosta dum bom bom dia.
Ela gosta de passar o dia todo na cama.
Ela gosta de aproveitar bem o dia.
Ela gosta de ter prazer.
Ela gosta de dar prazer.
Ela gosta de adormecer com a tv ligada.
Ela gosta de fazer toda a gente feliz.
Ela gosta de tocar flauta.
Ela gosta de ter boas ideias.
Ela gostas de tirar boas fotografias.
Ela gosta de cantar.
Ela gosta da mãe, da irmã, do pai, da família.
Ela gosta de um amigo que é um irmão.
Ela gosta da sua árvore perfeita.
Ela gosta da liberdade.
Ela gosta da possibilidade.
Ela gosta de pintar.
Ela gosta de pulseiras.
Ela gosta de nuvens.
Ela gosta de sonhar.
Ela gosta de viver num mundo só dela.
Ela gosta de cabelos encaracolados.
Ela gosta de pirar no meio de uma disco.
Ela gosta (se) prevenir.
Ela gosta de gorros.
Ela gosta de mentir a brincar.
Ela gosta de brincar a mentir.
Ela gosta de ser como é.
Ela gosta dela.
Ela gosta de lenços.
Ela gosta de sumo de laranja natural.
Ela gosta de uma tarde livre.
Ela gosta assustar.
Ela gosta de se assustar.
Ela gosta de sentir o vento na mão fora do carro.
Ela gosta de fazer surpresas.
Ela gosta de se surpreender.
Ela gosta de rapazes com um bom sentido de humor.
Ela gosta de velas.
Ela gosta de camas grandes.
Ela gosta de Bob Marley.
Ela gosta da sua fantástica irmã.
Ela gosta de partilhar.
Ela gosta de barba.
Ela gosta de malabarismo.
Ela gosta de bolas.
Ela gosta de saber as letras das músicas preferidas.
Ela gosta da família que escolheu pelo caminho, amigos.
Ela gosta de Yael Naim.
Ela gosta de cadernos com folhas recicladas.
Ela gosta de canetas bic.
Ela gosta de Barcelona.
Ela gosta de orquídeas.
Ela gosta de sentimentos puros.
Ela gosta de clássicos.
Ela gosta de aprender.
Ela gosta de saber mais e mais.
Ela gosta de dar.
Ela gosta de receber.
Ela gosta de design design design.
Ela gosta de evoluir.
Ela gosta de dormir.
Ela gosta dos raios de luz a entrar pelos buracos das persianas..
Ela gosta de cores.
Ela gosta de tipografia.
Ela gosta de fantoches.
Ela gosta de ouvir guitarra acústica.
Ela gosta de John Butler Trio.
Ela gosta de concertos ao vivo.
Ela gosta de pisar a relva, descalça.
Ela gosta da Amélie.
Ela gosta de menta.
Ela gosta pessoas leves e bonitas.
Ela gosta de pedrinhas da praia.
Ela gosta de pés bronzeados.
Ela gosta de atingir objectivos.
Ela gosta de respeitar o espaço do outro.
Ela gosta do orgulho dos pais.
Ela gosta das suas ideias próprias.
Ela gosta de sonhar com ela.
Ela gosta de tornar tudo possível, na sua mente.
Ela gosta do cabuloso.
Ela gosta de viver.
Ela gosta de ensinar a aprender.
Ela gosta de quando gosta.
Ela gosta de saber que gosta mais do que não gosta.
Ela gosta de gostar interminavelmente.
domingo, 25 de maio de 2008
WUW! (Wake Up World)!
Como a riqueza do mundo está tão mal distribuída. Quero uma nova distribuição. Vou estalar os dedos...
quarta-feira, 7 de maio de 2008
terça-feira, 6 de maio de 2008
Um dia menos bonito.
Quando as pessoas à tua volta te fazem sentir triste, com simples palavras, expressões, gestos, ou mesmo a falta de todos eles, depois de um sentimento tão bom de amizade que foi-se debilitando... é um dia menos bonito.
Quando o céu que estava tão azul, de repente desbotou e nuvens negras invadiram-no sem o seu consentimento... é um dia menos bonito.
Quando todas as responsabilidades e frustrações caem sobre os teus ombros, destruindo o mundo de fantasia, paz e amor que criaste, destruindo o teu mundo das maravilhas... é um dia menos bonito.
Quando duvidas de ti próprio e das tuas capacidades inatas como simples ser humano que és... é um dia menos bonito.
Quando um sentimento apodera-se de ti e dos teus pensamentos e emoções, sem tu o quereres, e só te resta esperar que ele desvaneça, que as nuvens negras o arrastem com elas para bem longe, e faça surgir o sol novamente, o sorriso, só te resta esperar, esperar e esperar (dói, mas espera)... é um dia menos bonito.
Quando a banda-sonora do teu dia é deprimente, porque reflecte aquilo que tu sentes... é um dia menos bonito.
Quando, por dentro, tudo dói, tudo aperta, sufoca, angustia, e o que mais queres é estar sozinho na tua cama, em posição de feto, a tentar proteger-te de tudo e todos mas expões-te à crueldade que vagueia por aí, tentando sempre sorrir quando na verdade estás a chorar... é um dia menos bonito.
Hoje... foi um dia menos bonito.
domingo, 4 de maio de 2008
RockIES.
Incrivelmente bom.

Uma conversa interminavelmente boa.
quarta-feira, 23 de abril de 2008
So... What's the use (WOW BAM) of falling in love?
the sky caves in the devil cuts loose you blow blow blow blow blow your fuse when you've fallen in love
ssshhhhh...
segunda-feira, 21 de abril de 2008
Amizade.
Por vezes uma névoa aproxima-se e afasta a nitidez das relações e das pessoas... Mas por mais densa que seja essa névoa, notam-se sempre os sorrisos que temos para partilhar e o sentimento bom que existe... Por isso, agradeço ao universo por ter cruzado os nossos caminhos e digo-vos no sentido mais puro que existe em mim: obrigada por fazerem parte desta minha caminhada... a amizade é um tesouro precioso * adoro-vos!
Um beijo a todas as meninas e a todos os meninos que fazem parte da fotografia da minha vida...
* Texto escrito no dia 21 de Março *
Danica.
Somewhereover
the
rainbow,
blue
birds
fly.
And
the
dreams
that
you
dream
of,
dreams
really
do
come
true.
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Juno.
:: Michael Cera e Ellen Page - Anyone Else But You ::
quinta-feira, 17 de abril de 2008
Uma história.
Era uma vez, uma menina. Alice, era o seu nome. De uma aldeia pequena e acolhedora que se chamava “Can Tiño”. Ela transbordava alegria, em cada movimento que fazia. Quando sorria, quando falava, quando cantava, quando dançava, quando suspirava, quando tocava, quando beijava, quando amava. Era uma menina doce, que baloiçava os seus cabelos longos e claros pelas ruas. Encantava todos à medida que passava. O seu sonho era descobrir um novo mundo, novos olhares para encantar, novos amores. Como os seus pais sempre lhe contavam nas histórias de príncipes e princesas. Um dia, de uma terra distante, apareceu alguém. Um menino. Um tocador de flauta de calções azuis. Apaixonou-se por Alice, no primeiro olhar. Tornaram-se amigos e com o passar do tempo, tornaram-se muito mais. Passeavam. Davam as mãos. Um beijo escondido. Ouviam a música dos passarinhos. Tentavam descobrir o segredo das estrelas. Alice adormecia ao som contagiante da flauta do menino. Uma entrega total, mutuamente natural. Apaixonaram-se e estavam nas nuvens. Até que um dia inesperado, aconteceu o pior. A menina partiu, deixando um bilhete. Havia sido prometida. Prometida a algo que era tudo, menos aquele menino, aquela aldeia. Havia sido prometida ao sonho de criança. Ao novo mundo. O menino, ficou profundamente desolado. Sozinho. Solitário. Só. Foi para o jardim onde costumavam ir, acompanhado só pela flauta. Sentou-se e começou a tocar, à espera. Tocou. Esperou. Porque sentia que um dia, ela iria voltar. Um dia, iria querer voltar sentir o seu olhar, que superava todos os outros. Ouvir o som da sua flauta mágica. Beijá-lo. O menino esperou e tocou e esperou e tocou e esperou.
quarta-feira, 16 de abril de 2008
Para ti, Raquel.
us, muitas coisas inexplicáveis, como a que acontece agora, e... pessoas incomparáveis, como tu, eu e ela, num espaço de tempo tão mais curto do que aquilo que imaginava. segunda-feira, 14 de abril de 2008
domingo, 13 de abril de 2008
In a manner of speaking.

É tão bom quando ouvimos aquela música que nos vicia completamente. E vicia aqueles que partilham da mesma banda sonora, durante uma tarde, uma noite ou um dia inteiro.
Nouvelle Vague tem sido, sem dúvida nenhuma, a nossa banda sonora deste fim-de-semana. Exclusivamente, esta música. IN A MANNER OF SPEAKING, não é mesmo AeroZeppelin? *
"Oh, give me the words
Give me the words
That tell me nothing
Oh, give me the words
Give me the words
That tell me everything
...
In a manner of speaking"O meu mundo.
Dou por mim, por vezes, por várias vezes, por muitas vezes, num fechar de olhos, a abrir uma porta... Uma porta castanha. A entrada para um mundo onde, para mim, tudo é possível. Tudo aquilo que sonho acordada, realiza-se. Abro a porta, com algum receio mas muita curiosidade. O que vai acontecer hoje? O sonho toma conta. E eu simplesmente, deixo-me levar. Entrando naquela porta castanha, sem nunca saber exactamente o que está do outro lado. Sei somente que é o sítio onde me sinto bem. Onde me sinto EU. Porque é um mundo só meu, onde poucas pessoas, às vezes uma ou duas, outras vezes mais, mas pessoas lindas e puras, estão lá. Em harmonia e paz. É um mundo livre, leve e fácil. É um mundo verde, azul e amarelo. É um parque. É o meu parque secreto. É o parque dentro de mim.







